quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ebola e necropsia - Saiba sobre os casos suspeitos

Ebola

A febre hemorrágica ébola ou ebola (FHE) é a doença humana provocada pelos vírus do ébola. Os sintomas têm início duas a três semanas após a infeção, e manifestam-se através de febre, dores musculares, dores de garganta e dores de cabeça. A estes sintomas sucedem-se náuseas, vómitos e diarreia, a par de insuficiência hepática e renal. Durante esta fase, algumas pessoas começam a ter problemas hemorrágicos.

A propagação da doença em determinada população tem início quando uma pessoa entra em contacto com o sangue ou fluidos corporais de um animal infetado, como os macacos ou morcegos-da-fruta. Pensa-se que os morcegos-da-fruta sejam capazes de transportar a doença sem ser afetados. Após a infeção, a doença é transmissível de pessoa para pessoa, inclusive através do contacto com pessoas mortas em decorrência do vírus.

Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do ébola geralmente têm início de forma súbita ao longo de um estágio inicial semelhante à gripe e caracterizado por fadiga, febre, dor de cabeça e dores nas articulações, musculares e abdominais. Vómitos, diarreia e anorexia são também sintomas comuns. Entre os sintomas menos comuns estão a inflamação da garganta, dores no peito, soluços, falta de ar e dificuldade em engolir.5 Em cerca de metade dos casos os pacientes apresentam exantema maculopapular. O tempo médio entre o momento em que se contrai a infeção e a primeira manifestação de sintomas é de entre 8 a 10 dias, mas pode ocorrer entre 2 e 21 dias.5 Os primeiros sintomas de FHE podem ser semelhantes aos de malária, dengue ou outras doenças tropicais, antes da doença progredir para a fase hemorrágica. Fase hemorrágica Todas as pessoas infetadas mostram sintomas do envolvimento do sistema circulatório, como coagulopatia. Durante a fase hemorrágica, as primeiras hemorragias internas ou subcutâneas podem-se manifestar através de olhos avermelhados ou pela presença de sangue no vómito. Em cerca de 40-50% dos casos verificam-se relatos de hemorragias nas pregas da pele e das mucosas; por exemplo, no sistema digestivo, nariz, vagina e gengivas. Entre os tipos de hemorragias associados à doença estão a presença de sangue no vómito, na tosse e nas fezes. As hemorragias intensas são raras e geralmente restritas ao sistema digestivo.

Geralmente, a evolução para sintomas hemorrágicos é um indicador do agravamento do prognóstico e a perda de sangue pode provocar a morte.

Transmissão
A forma de transmissão do vírus ainda não é completamente compreendida.
Pensa-se que a FHE ocorra após o portador inicial humano ter contraído o vírus mediante contacto com os fluídos corporais de um animal infetado. A transmissão entre humanos pode ocorrer através de contacto direto com o sangue ou fluídos corporais de uma pessoa ou animal infetados, incluindo o embalsamamento de cadáveres, ou por contacto com equipamento médico contaminado, particularmente agulhas e seringas. É provável que também ocorra transmissão através de exposição oral ou conjuntiva, tendo sido confirmada em outros primatas para além do ser humano. O potencial de infeções em grande escala por FHE é considerado baixo, uma vez que a doença só é transmitida por contacto direto com as secreções de indivíduos que mostrem sinais de infeção. A rápida manifestação dos sintomas faz com que seja relativamente fácil identificar indivíduos doentes e limita a capacidade de uma pessoa em transmitir a doença durante viagens. Uma vez que os mortos continuam a ser infeciosos, as autoridades de saúde removem-nos de forma segura, apesar dos rituais fúnebres tradicionais.

Os profissionais de saúde que não usem vestuário de proteção apropriado apresentam um risco acrescido de contrair a doença. Verificou-se que no passado as as transmissões em meio hospitalar em África se deveram à reutilização de agulhas e inexistência de medidas de precaução universais.

A doença não é transmitida por via aérea de forma natural. No entanto, pode ser transmitida através de gotículas inaláveis de 0,8–1,2 micrómetros produzidas em laboratório. Devido a esta potencial via de transmissão, estes vírus são classificados como armas biológicas de categoria A. Recentemente, observou-se que o vírus é capaz de ser transmitido sem contacto entre porcos e primatas não humanos.
Os morcegos descartam fruta parcialmente ingerida, a qual é depois recolhida e comida por mamíferos terrestres como os gorilas. Esta cadeia de eventos constitui um possível meio de transmissão indireta entre o hospedeiro natural e as populações animais, pelo que a investigação se tem focado na saliva dos morcegos. Entre outros fatores, a produção de fruta e o comportamento animal variam consoante o local e a época, o que pode desencadear surtos ocasionais entre as populações animais quando se reúnem as condições propícias.

Virus
O ebolavirus é um filovírus (o outro membro desta família é o vírus Marburg), com forma filamentosa, com 14 micrômetros de comprimento e 80 nanômetros de diâmetro. O seu genoma é de RNA fita simples de sentido negativo (é complementar à fita codificante). O genoma é protegido por capsídeo, é envelopado e codifica sete proteínas.






Há três tipos: ébola–Zaire (EBO–Z), ébola–Sudão (EBO–S) com mortalidades de 83% e 54% respectivamente. A estirpe ébola–Reston foi descoberta em 1989 em macacos Macaca fascicularis importados das Filipinas para os Estados Unidos tendo infetado alguns tratadores por via respiratória.35 O período de incubação do vírus ébola dura de 5 a 7 dias se a transmissão for parenteral e de 6 a 12 dias se a transmissão foi de pessoa a pessoa. O início dos sintomas é súbito com febre alta, calafrios, dor de cabeça, anorexia, náusea, dor abdominal, dor de garganta e prostração profunda. Em alguns casos, entre o quinto e o sétimo dia de doença, aparece exantema de tronco, anunciando manifestações hemorrágicas: conjuntivite hemorrágica, úlceras sangrentas em lábios e boca, sangramento gengival, hematemese (vômito com presença de sangue) e melena (hemorragia intestinal, em que as fezes apresentam sangue). Nas epidemias observadas, todos os casos com forma hemorrágica evoluíram para morte. Nos períodos epidêmicos e de surtos, a taxa de letalidade variou de 50 a 90%.36 Seu contágio pode ser por via respiratória, ou contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada

Diagnóstico
DIAGNOSTICO DIFERENCIAL A DVE é uma síndrome febril hemorrágica aguda cujos diagnósticos diferenciais principais são: malária, febre tifoide, shiguelose, cólera, leptospirose, peste, ricketsiose, febre recorrente, doença meningocócica, hepatite e outras febres hemorrágicas.

Diagnóstico Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns. Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes. Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção. “Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012. “Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”. https://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/ebola
O historial médico da pessoa, em particular o historial recente de viagens, trabalho e exposição à vida selvagem, são critérios importantes para se suspeitar de um diagnóstico de febre hemorrágica ébola. O diagnóstico é confirmado através do isolamento do vírus, detectando o seu ARN ou proteínas, ou detectando no sangue da pessoa os anticorpos do vírus. Isolar o vírus é mais eficaz durante a fase inicial e após a morte, enquanto que a detecção dos anticorpos é eficaz em estágios avançados e nas pessoas em recuperação. O isolamento do vírus é realizado em cultura celular; o ARN viral é detetado através de reação em cadeia da polimerase (PCR) e as proteínas são detectadas através do teste ELISA.
Durante um surto, geralmente não é praticável isolar o vírus. Assim, os métodos de diagnóstico mais comuns são a deteção de proteínas em tempo real (PCR e ELISA), os quais podem ser realizados no terreno ou em hospitais de campanha.40 É possível observar e identificar os filoviriões em culturas celulares através do microscópio eletrónico devido à sua forma filamentosa característica, embora a microscopia electrónica não seja capaz de distinguir entre os vários filovírus.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89bola
Hospitais de referência em São Paulo:
O Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o hospital de referência designado para receber possíveis casos de ebola no estado de São Paulo. De acordo com o infectologista Jean Gorinchteyn, a instituição já está preparada para atender pacientes que tenham se infectado com o vírus, que já provocou mais de mil mortes este ano, principalmente na Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Para receber esses casos, o Instituto dispõem de 17 leitos de isolamento, que ficam em quartos de pressão negativa. Isso significa que o ar que circula nesses quartos é tratado antes de sair. Também há trajes especiais para os profissionais de saúde que possam entrar em contato com pacientes infectados.
Plano de emergência
Se uma pessoa chegar de avião a algum aeroporto do estado de São Paulo com características que possam levar a suspeitas de ebola, a equipe de bordo deve contatar imediatamente o aeroporto de destino. Uma equipe da Anvisa presente no aeroporto deve, então, avaliar o caso e, se for constatada a suspeita, o paciente deve ser transportado, com uma estrutura de isolamento, até o Emílio Ribas.

Três perguntas

Caso um paciente chegue diretamente ao instituto, a identificação das características suspeitas de ebola deve ser feita pelos funcionários logo na recepção. De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, um cartaz com três perguntas será fixado em breve na entrada do instituto.

São elas: “Você está com febre? Você esteve há pelo menos 21 dias em Serra Leoa, Libéria, Guiné ou Nigéria? Você teve contato com alguém com ebola?”. Se as respostas forem positivas, uma equipe no interior do hospital será contatada para buscar o paciente e leva-lo até a área de isolamento.

Outros serviços de saúde do estado de São Paulo foram orientados a encaminhar para o Emílio Ribas casos suspeitos da infecção. Alguns pacientes já foram encaminhados por temor de que pudessem ter ebola. Mas, até o momento, nenhum caso se enquadrava nos critérios que tornam um caso suspeito de ebola.

Cada estado brasileiro tem ao menos um hospital de referência designado para atender possíveis casos de ebola. A lista dos centros de referência de cada estado foi divulgada pelo Ministério da Saúde.

Probabilidade baixa
Apesar de todo o preparo, o Ministério da Saúde destaca que a probabilidade de o ebola chegar ao Brasil é baixa. “O ebola não se transmite pelo ar, diferentemente de outros vírus. Só transmite se a pessoa tiver contato direto com sangue ou fluidos corporais de pessoas doentes”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

Outra característica que dificulta a propagação da doença para outros continentes, segundo a pasta, é que o paciente tem mais probabilidade de transmitir a doença quando aparecem os sintomas – febre repentina, diarreia e hemorragia – e não no período de incubação, que pode durar até 21 dias.

Protocolos:

Aeronaves
Na ocorrência de caso suspeito em aeronave, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:

O caso suspeito deve ser manejado na aeronave e informado ao aeroporto de destino, seguindo os protocolos e procedimentos da ANVISA, de acordo com as orientações dos organismos internacionais;

O aeroporto deve acionar, imediatamente, o Posto da ANVISA, que realizará os procedimentos necessários para avaliação do caso e adoção das medidas necessárias;

Se caracterizado como caso suspeito de Ebola, o Posto da ANVISA deverá notificar o caso e acionar o SAMU 192 ou serviço indicado pela Secretaria Estadual de Saúde;

O SAMU 192 ou serviço indicado pela Secretaria Estadual de Saúde deverá comunicar o hospital de referência, informando sobre o deslocamento do paciente;

O paciente deverá ser transportado para o hospital de referência e apenas os profissionais do SAMU 192 ou serviço indicado pela Secretaria Estadual de Saúde deverão realizar o manejo do paciente, utilizando os equipamentos de proteção individual-EPI preconizados;

O Posto da ANVISA entrevistará os passageiros e tripulantes para identificação de contactantes;

Os passageiros sentados ao lado do caso suspeito, imediatamente à frente e atrás, devem ser incluídos como contactantes, bem como os passageiros e tripulantes que tiveram contato com fluidos corpóreos;

Os contactantes deverão ser acompanhados pela Secretaria Estadual de Saúde;

Os procedimentos de limpeza e desinfecção da aeronave devem seguir o “Plano de Contingência e Resposta para Emergência em Saúde Pública para Pontos de Entrada” da ANVISA.

Nos casos suspeitos em navios deverão ser adotados os mesmos procedimentos do “Plano de Contingência e Resposta para Emergência em Saúde Pública para Pontos de Entrada”.


O serviço de saúde público ou privado que atender um caso suspeito de Ebola deverá adotar os procedimentos de biossegurança, notificar imediatamente a Secretaria Municipal, Estadual de Saúde ou à SVS, e acionar o SAMU 192 ou serviço indicado pela Secretaria Estadual de Saúde, que realizará o transporte do paciente para o hospital de referência.

Os hospitais de referência deverão adotar os seguintes procedimentos:

Orientar o paciente e familiares/acompanhantes sobre os procedimentos que serão adotados;

Internar o paciente em quarto privativo com banheiro, em isolamento, com condições de suporte à vida, adotando as medidas de biossegurança;

Realizar coleta de material do paciente para diagnóstico laboratorial de Ebola e exames complementares em amostras separadas;

O teste rápido para malária deverá ser realizados em todos os casos suspeitos à beira do leito, obedecendo as mesmas medidas de biossegurança indicadas para a assistência ao paciente;

Caso seja necessária hemotransfusão, realizar a tipagem sanguínea em lâmina, por método simplificado à beira do leito obedecendo as mesmas medidas de biossegurança indicadas para a assistência ao paciente;

Evitar a movimentação e o transporte do paciente para fora do quarto de isolamento, restringindo-os às necessidades médicas. Quando necessário, tanto o paciente quanto o profissional que for fazer o transporte devem utilizar os EPI recomendados;

Todos os profissionais de saúde encarregados do atendimento direto aos pacientes suspeitos de DVE devem estar protegidos utilizando os EPI especificados na Nota Técnica 2/2014 GGTES/ANVISA.

Todos os EPI deverão ser retirados e descartados como resíduos do Grupo A1, conforme descrito na RDC/Anvisa nº 306 de 04 de dezembro de 2004, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde.

Atenção especial deve ser dada aos procedimentos de lavagem das mãos, por parte dos profissionais que realizam os procedimentos, utilizando antisséptico como o álcool-gel ou soluções padronizadas pelo serviço. A higiene das mãos deve ser realizada imediatamente após a remoção dos EPI.

Usar dispositivos descartáveis para o atendimento ao paciente sempre que possível. Quando não houver dispositivo descartável, implantar o uso exclusivo para cada paciente, de estetoscópio, esfigmomanômetro e termômetro, que deverão sofrer desinfecção após o uso.

Evitar o uso de altas pressões de água e não pulverizar o produto químico desinfetante de procedimentos que gerem aerossóis e respingos. Usar os EPI recomendados durante a limpeza do meio ambiente e do manuseio de resíduos.

Descartar os materiais perfuro-cortantes em recipientes de paredes rígidas, resistentes à punção, com tampa e resistentes à esterilização. Estes recipientes deverão estar localizados próximos à área de uso. Estes resíduos são considerados do Grupo A1.

Autoclavar todos os resíduos de saúde (Grupo A1) provenientes do atendimento ao paciente, descartando-os conforme o plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde do estabelecimento.

Todos os itens com os quais o paciente tiver contato e superfícies ambientais devem ser submetidos à desinfecção com hipoclorito de sódio 10.000 ppm ou 1% de cloro ativo (com 10 minutos de contato). Este procedimento deve ser repetido a cada troca de plantão, conforme Manual Segurança do Paciente Limpeza e Desinfecção de Superfícies da Anvisa.

PROTOCOLO GERAL
CASO SUSPEITO: Indivíduos procedentes, nos últimos 21 dias, de país com transmissão atual de Ebola (Libéria, Guiné e Serra Leoa) que apresente febre de início súbito, podendo ser acompanhada de sinais de hemorragia, como: diarreia sanguinolenta, gengivorragia, enterorregia, hemorragias internas, sinais purpúricos e hematúria.

Embora existam casos na Nigéria, todos são secundários a um caso proveniente da Libéria. No contexto atual, a Nigéria não é considerada como possível origem de casos que venham para o Brasil.

CASO PROVÁVEL: caso suspeito com histórico de contato com pessoa doente, participação em funerais ou ri tuais fúnebres de pessoas com suspeita da doença ou contato com animais doentes ou mortos.

CASO CONFIRMADO: Caso suspeito com resultado laboratorial conclusivo para Ebola realizado em laboratório de referência.

CASO DESCARTADO: Caso suspeito com resultado laboratorial negativo para Ebola realizado em Laboratório de Referência e classificado como descartado pelo Ministério da Saúde.

CONTACTANTE: Indivíduo que teve contato com sangue, fluido ou secreção de caso suspeito ou confirmado; ou que dormiu na mesma casa; ou teve contato físico direto com casos suspeitos ou com corpo de casos suspeitos que foram a óbito (funeral); ou teve contato com roupa ou roupa de cama de casos suspeitos; ou que tenha sido amamentado por casos suspeitos (bebês).

Observação
A necropsia só deve ser realizada em locais com condições adequadas de biossegurança, com a utilização dos EPI preconizados e após consulta à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Recomenda-se colher um fragmento de fígado de 1 cm3 . Onde não existem condições adequadas para a necropsia, deve-se utilizar a colheita por agulha de biopsia.
Transporte de pacientes ou corpos em pressão negativa


Fontes: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/08/hospital-de-referencia-em-sp-se-prepara-para-possiveis-casos-de-ebola.html
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/14228-informe-tecnico-e-orientacoes-para-as-acoes-de-vigilancia-e-servicos-de-saude-de-referencia

Um comentário:

  1. senhores profissionais da área de necrópsia, vamos fazer valer oque dita a lei, (cpp) só fazendo necrópsias depois das seis horas de morte, não vai evitar de sermos contaminados, mas vai diminuir o risco de contágio em várias situações.

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-Confúcio

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