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Necropsia: Profisão sem futuro?

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Sera que tem futuro para a profissão de necropsista? Ainda não sabemos, mas apesar de estar desanimado, no fundo eu tenho esperanças. O que me levou a essa reflexão

UM DESABAFO Eu parei de postar por não ver uma luz no fim do tunel pra nossa profissão.

Com as novas regras de aposentadoria, novas leis trabalhistas e leis fiscais a previsão de concursos é muito vaga. A profissão de necropsia e área pós morte se fechou novamente...o animo esfriou, as escolas tem poucas procuras e as pessoas não se interessam mais. Não tem mais a ilusão do CSI que dava holofotes a nossa área e não tem mais reportagens ou comentários pra mostrar algo novo...passou...não temos nada novo a mostrar...somente um profissão não regulamentada e sem reconhecimento e respeito devidos.

A profissão de necropsia precisa de uma boa formação, apoio politico e respeito social, mas o que temos é uma área abandonada, salarios defasados, insalubre e pouco respeitada e mesmo com os cursos só temos no mercado profission…

O zumbi radioativo

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O zumbi radioativo

O acidente radiológico de Goiânia, amplamente conhecido como acidente com o Césio-137, foi um grave episódio de contaminação por radioatividade ocorrido no Brasil. A contaminação teve início em 13 de setembro de 1987, quando um aparelho utilizado em radioterapias foi encontrado dentro de uma clínica abandonada, no centro de Goiânia, em Goiás. Foi classificado como nível 5 (acidentes com consequências de longo alcance) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares, que vai de zero a sete, onde o menor valor corresponde a um desvio, sem significação para segurança, enquanto no outro extremo estão localizados os acidentes graves.

Alguns dias após o grave acidente com produto radioativo em Goiânia, houve contaminação do solo e de uma parte do lençol freático da região. Essa agua era usada em diversos estabelecimentos comerciais e em residências.

*Essa história me foi contada por um velho agente funerário goiano, que veio trabalhar em São Paulo. Certa noite no …

O celular

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Janaina estava passando os números de telefone dos seus amigos da agenda velha para uma nova quando viu o número de Patrícia, uma amiga falecida alguns meses em um acidente de carro quando voltava de uma festa com seu namorado Pedro que até hoje estava em coma. O acidente foi causado por um motorista bêbado em alta velocidade e Patrícia morreu no local.

Janaina sentiu um frio da espinha e uma tristeza repentina, pensou em ligar para o número e talvez escutar a voz de sua amiga em uma gravação se o telefone ainda estivesse ativado. Hesitou por um instante, pois não sabia qual seria sua reação ao escutar a voz da amiga, mas pegou o telefone discou o número. Escutou o telefone chamando duas vezes e fez menção de desligar, pois se sentia boba fazendo aquilo, porém alguém atendeu.

“Alo.” “Oi Janaina.” – respondeu a pessoa do outro lado da linha. “Quem esta falando?” “Quem poderia ser? É a Patrícia.” “É impossível.” “Como assim? Você ligou para o meu número, quem você esperava que ate…

A sala de anatomia

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A sala de anatomia

Dr. Frank era professor de universidade, homem da ciência e céptico a qualquer assunto relacionado à religião. “Se não esta provado pela ciência não existe”, dizia ele quando se via no meio de uma conversa sobre o tema.

Certo dia, saindo do seu carro quando chegou à universidade para sua aula noturna escutou uma voz: “Dr. Frank?” – disse uma moça de uns 17 anos aproximando dele. “Pois não?” – perguntou curioso para saber quem era aquela moça, definitivamente nenhuma de suas alunas, ele conhecia a todos por nome.

“Sou a filha da Marisa, sua colega de Yoga” – respondeu a moça com um belo sorriso. “Desculpa te incomodar, mas eu estou a ponto de prestar vestibular, sonho em ser médica mas não sei se tenho estomago, queria assistir uma de suas aulas de anatomia se possível.” “Humm, esta bem, apesar de que não deveria permitir, estou somente prestando um favor a sua mãe.” – respondeu Dr. Frank já andando em direção ao prédio. Caminharam por uns 5 minutos até chega…

A dama do cemiterio

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A dama do cemitério

-Plena sexta feira a noite e Paulo quer comemorar, e está se divertindo no centro da cidade junto com outras pessoas, quando encontra uma linda mulher, branca, cabelos pretos e corpo escultural, a mulher mais linda que ele já viu.

Ele toma coragem e resolve paquerar a tal mulher. Conversa vem conversa vai, quando o relógio do igreja bate meia-noite. Dentro desses minutos ele se aproxima para beija-lá ele a toca e sente que ela está gelada. Mais não liga. A linda mulher o interrompe e diz que necessita ir embora, pois sua hora chegou. Ela segue seu caminho, ele de tanta curiosidade vai segui-la. Sua perseguição acaba no cemitério municipal que era logo alí, bem perto, quando a vê entrando no cemitério. Ele acha estranho uma mulher linda como aquela entrar no cemitério e retorna.

O jovem rapaz intrigado com o fato fica parado uns instantes pensando. Depois caminha em direção aos colegas e comenta: Nossa! Eu estava me dando bem com aquela gata, mas ela saiu de …

A flor do cemiterio

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A FLOR DO CEMITÉRIO Ana era uma jovem bonita e inteligente que tinha um estranho hábito quando chegava o período de provas ela ia estudar no cemitério que ficava perto de sua casa, todos os seus amigos implicavam com esse hábito: -Então Ana já vai pro cemitério? E riam -O que é que tem de mais lá é tranquilo e eu posso estudar em paz e parem de provocar. Um dia quando ela chegou no túmulo que costumava ficar, encontrou uma linda flor lilás: -Acho que vou ficar com ela. Após dizer isso guardou-a no meio do fichário e continuou a estudar, quando terminou guardou o material e após sair do cemitério não percebeu que a flor caiu do fichário direto para o bueiro na calçada. Chegando em casa ela foi pro quarto, olhou pela janela e viu uma moça lá em baixo, olhando pra ela como se quisesse algo de volta... Ana saiu de perto da janela e foi tomar um banho, como o inverno estava se aproximando ela ligou a água quente, no banheiro havia uma pequena espelheira que foi embaçada pelo vapor. Após o …

A historia da ruiva do necroterio

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A ruiva do necrotério ESSA HISTORIA FOI CONTADA POR UM AMIGO MEU, QUE TRABALHOU NO NECROTERIO DE UM ANTIGO HOSPITAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO.

Eu era um jovem de 22 anos, solteiro, que trabalhava num necrotério de um hospital do interior de São Paulo. Sou tímido e gostava do necrotério porque tinha dificuldades de me relacionar com pessoas e preferias a tranquilidade da companhia dos mortos. Era década de 90 e eu fui para o hospital, onde trabalho como zelador do necrotério. Cheguei e liguei minha tv, aguardando a chegada de alguma funerária para buscar um dos corpos que estavam na geladeira. Logo chegou uma viatura do hospital e deixou um corpo, que guardamos na geladeira, estava num saco preto e eu nem abri, somente coloquei o numero sobre o plástico escuro e voltei a minha cadeira pra assistir tv.

Naquela noite esfriou e veio um temporal forte, era mais de 23hs e os trovões estremeciam o chão. A chuva ficou mais forte, quando escutei bater na porta do necrotério. Era uma jovem …